quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A malta das meinhas ou a seita de B.P

Hoje a hora de almoço li isto num site
Escuteiros a malta das meinhas ;a seita de B.P.
Senti-me deveras indignado quando li isto. A malta das meinhas? Pk so porque no nosso fardamento usamos meias?
Seita?
Longe disso; nao considero que sejamos uma seita! Nem perto disso! Este tipo de ligaçao é deveras preocupante.
Ja nao bastava ha uns tempos atras um senhor no seu blog publicar um artigo que tem como titulo os escuteiros deviam morrer agora isto?
Sera que temos que ver isto tudo sem nos pronunciarmos?

aqui esta um texto xenofobo contra os escuteiros que encontrei na net e que me revoltei pois quem o escreveu nota-se que conhecimento do que é o escutismo é zero
in:http://paginadojoao.no.sapo.pt/odeioescuteiros.htm
  Odeio escuteiros 
                                                                 

    Odeio escuteiros. Desde as putas das fardas que parecem copiadas da mocidade portuguesa, à rígida hierarquia pseudo-militar, passando pelas praticas neofascistas tipo ir prometer lealdade à igreja de braço espetado no ar à nazi, e acabando nas tretas moralistas tipo nunca mentir e ajudar as velhas a atravessar a rua com que hipocritamente tanto nos fodem a paciência, odeio tudo.
    Hoje fui ao supermercado buscar qualquer coisa para jantar. Chego lá, estava tudo cheio de escuteiros, com fardas e lenços e mau cheiro e merdas. Putos com a cara pintada, adolescentes burbulhosos a babarem-se a olhar para as pernas peludas das pitas e um casalinho de semiadultos que eram suposto estar a controlar aquela macacada toda. Todos os escuteiros pareciam muito determinados a fazer a real chavasqueira e a foder a paciência a toda a gente que tinha ido lá só para comprar merdas e ir embora o mais depressa possível, enquanto o casalinho fingia que não era nada com eles.
    Continuando, eu que já ia com um mau humor desgraçado, fiquei com uma cara de fazer chorar bebés fodida a ver aquela comédia. Ainda pensei em cagar no assunto e ir comprar qualquer merda a outro lado, ou ir comer fora, ou passar fome que também é bom. Mas decidi ignorar a putalhada, fazer as minhas cenas rápido e bazar. Vou a ir virado ao talho pela secção dos legumes quando passam dois mancebos a correr, a tentar apalpar uma pita sebosa que ia a fingir que fugia com gritinhos agudos. Um dos putos calcou-me.
    Fiquei fodido. Agarrei o puto pelos ombros e  mandei-o com os cornos contra os caixotes da fruta. Foi um estardalhaço brutal, só merdas pelo ar, e puto todo torcido no chão cheio de alfaces e com a farda toda cagada dos diospiros. Vira-se logo o outro puto para mim e grita "mas que merda é..." nem o deixei terminar a frase, puxei o pé atrás e enfiei-lhe um pontapé à boca do estômago que o deixei ajoelhado de cu para o ar a vomitar o lanche. Estava para poupar a pita, mas ela pôs-se a guinchar como um leitão com fome. Para a calar arriei-lhe um chapadão que a mandei contra a parede. Detesto pitas.
    Pensava eu que já tinha acabado o trabalho sujo e me podia ir embora, quando vejo o escuteiro mais velho a vir a correr virado a mim com cara de quem me queria comer vivo. Deixei que ele apanhasse balanço, e no ultimo momento antes do impacto, saltei para o lado e ZÁS! Enfie-lhe um hurricane kick na nuca que o deixei tetraplégico. Sou mesmo bom.
    Entretanto, as gajas das caixas estavam a fazer o que as gajas fazem melhor: meter o nariz na vida dos outros. Todas a olhar para mim e a cochichar umas com as outras. Decidi que era melhor cagar nas compras e bazar. Chego à rua e estava a namorada do escoteiro fudido a fazer uma peixeirada estúpida na rua, a tentar incitar a populaça a linchar-me ou qualquer coisa assim. Para servir de aviso aos outros, agarrei-a, torci-lhe o braço, e enfie-lhe uma joelhada nos tetos. Mas mesmo com as mamas desasadas a vaca não parava a guinchadeira. Para gajas que não se calam, tenho sempre um bom remédio: puxei uma cabeçada que a virou de pernas pró ar. Eu domino mesmo muito.
    Depois de tal demonstração de virilidade, ninguém mais se atreveu a levantar obstáculos ao meu regresso a casa. Cheguei lá e os paneleiros dos meus colegas tinham comido o pão todo. Jantei dois copos de agua que me fodi. E a culpa foi toda dos escuteiros. Odeio escuteiros. Os escuteiros deviam todos morrer.

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