sexta-feira, 4 de outubro de 2013

impedido de ser dirigente por estar divorciado

o texto que irei publicar nao é me dminha autoria
vou cita-lo na integra

"Pedro Ferrazpublicou noDirigentes do Corpo Nacional de Escutas
Pedro FerrazCaros irmãos escutas!

É com muita pena que irei abandonar este grupo, em virtude de não puder realizar a minha promessa de dirigente na nossa associação.

Iniciei o meu percurso escutista em 1989, onde fiz a minha promessa de Explorador Sénior. Mais tarde a promessa de Caminheiro e entretanto ofereci-me como voluntário para a Força Aérea Portuguesa onde fui mecânico de aeronaves durante +4 anos.

Em 2011 surgiu-me um convite para iniciar (formação) o agrupamento da minha paróquia.
Expus a minha situação familiar: divorciado a viver maritalmente com uma divorciada, ambos pais de 2 filhas. Tendo em conta a minha participação e testemunho na igreja decidiram aceitar-me.

Sou membro de uma banda católica (Banda São Sebastião) onde temos animado encontros diocesanos de acólitos, festivais da canção, festivais jovens, Fátima Jovem vários anos, este ano estive nos dias diocesanos do Algarve, Lamego, Miranda-Bragança etc… Pertenço também à organização dos encontros de casais da paróquia de meãs do campo. Fiz parte da equipa de comunicação e imagem do 3º grande encontro de jovens da Diocese de Coimbra, etc…

Sabendo da minha condição, foi-me dada a possibilidade de realizar o CI em finais de 2011, ARCNEC concluído em 20 de janeiro de 2012 e CIP no final de junho de 2012.

Este ano em abril de 2013, foi-me recusada a possibilidade de realizar promessa enquanto não avançasse o processo de nulidade do meu matrimónio. Marquei audiência para falar com Monsenhor Cunha Leal, conversamos sobre o meu casamento e o que é professar a fé católica.
Falamos sobre os motivos que me levariam a pedir a nulidade matrimonial, mas que como pessoa e ser humano, e tendo em conta o respeito pelas mulheres, me envergonharia. Decidi não avançar para já.

Vivo numa igreja que me acolhe e que se sente preocupada comigo e com pessoas na minha condição. Comungo espiritualmente, respeito as condicionantes, e sinto-me integrado e feliz, dando testemunho da minha fé!

O meu assistente deu aval positivo e escreveu inclusive uma carta a testemunhar este facto. Mas o meu assistente regional mesmo assim não permitiu.

Seremos corpo neste assunto? Foto: Obrigado!
Será assim em todas as regiões?
Será o CNE mais rigoroso que a própria igreja?

Um Abraço Fraterno a todos vós!
Pedro Ferraz"

depois de tudo o que este irmao ffez e com o avalo do seu assintente de agrupamemto, o assintente regional nega-lhe a possibilidade,
se fez o cip se fez tudo porque entao porque nao pode agora realizar a sua promessa,
afinal o que se passa
estaremos perante uma crise qualquer, que faz com que aqueles que querem dar o seu comtributo nao o possam dar, so por causa de algo que ate é da vida privada das pessoas?
que interessa se sou divorciado ou nao? sera qeu o facto de o casamento nao ter corrido bem por razoes que so a nos pertencem vao interferir se sou bom ou mau dirigente?
este tipo de dicisoes nao me entra na cabeça por mais que queira, embora o CNE esteja integrado na igreja catolica, quantas falhas relativamente a isso nos vemos agrupamentos em que os dirigentes nem sequer participam nas eucaristias, ou nas praticas eclesiasticcas em que os agrupamentos participam,
da que pensar que se calhar deveriamos olhar para dentro e aceitar os que tem vontade de trabalhar, nao olhando a pequenos promenores 
uma canhota


1 escutismo forma de vida:

Unknown disse...

O movimento do CNE diz-nos que O Escuta é amigo de todos, e irmão de todos os outros Escutas diz-nos também O Escuta orgulha-se da sua Fé e por ela orienta toda a sua vida. até o Papa Francisco I nós apela ao bom senso a generosidade e a capacidade de não excluir todos os que são diferentes. Penso que o problema não está no movimento e sim na mentalidade de quem negou a possibilidade de mais uma pessoa util para os miudos e para a sociedade de poder realizar a sua boa acção a de educar e aprender fazendo. Penso que está na altura de repensar as coisas pois os tempos mudaram e penso que o factor de um divorcio não diminui a capacidade ou a verdade da pessoa em causa. No meu agrupamento na minha região ninguem é escluido. e penso que deveria existir alguma uniformidade de critérios. Acho que se somos um movimento de corpo de unidade e que nos damos em prol do nosso proximo fazendo sempre mais e melhor. Errado é por alguem de parte por algo que não conta pois julgar é fácil agora colocar-me no lugar do outro é dificil, acho que não foi algo justo da parte do assitente regional.
Fica aqui a minha opinião

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